Como agem no organismo os remédios para emagrecer

Os remédios mais usados atualmente em tratamento para

 

 

Os remédios mais usados atualmente em tratamento para emagrecer podem agir de 3 diferentes maneiras: inibindo o apetite, estimulando a saciedade ou bloqueando a absorção intestinal de gorduras. Os que inibem o apetite, chamados anorexígenos, são substâncias já usadas por várias décadas, antigamente conhecidos como “anfetaminas”. O inconveniente deste grupo é o risco de dependência, apesar de ser relativamente rara quando utilizados adequadamente. Por razões de segurança seu uso foi proibido nos países da Comunidade Européia. A tendência atual é utilizá-los apenas para os pacientes que não possam adquirir a sibutramina e o orlistat ou que não consigam emagrecer com eles. Temos 3 substâncias deste grupo disponíveis no Brasil atualmente – a dietilpropiona (também chamada de anfepramona), o femproporex e o mazindol. O segundo grupo, dos sacietógenos, reúne os medicamentos que têm como principal mecanismo de ação o estímulo da sensação de saciedade. Isso pode parecer, à primeira vista, a mesma ação dos inibidores de apetite, mas, na prática, é bem diferente. Quem usa um inibidor de apetite freqüentemente pula refeições, simplesmente porque não sente nenhuma fome.

 

Com os estimulantes dá saciedade, a pessoa sente fome, mas, com uma menor quantidade de alimentos já fica satisfeita, parando de comer mais cedo. O principal representante deste grupo é a sibutramina, que pode apresentar uma segunda ação que ajuda no emagrecimento – o aumento do gasto energético. Outros possíveis sacietógenos são medicamentos utilizados como anti-depressivos, como a fluoxetina e a sertralina. Atualmente não têm sido considerados agentes anti-obesidade, apesar de reconhecer-se que podem ser úteis em algumas situações, como na obesidade associada à depressão ou à compulsão alimentar. O terceiro grupo é o dos inibidores da absorção de gordura, representados apenas pelo Orlistat. Sua ação consiste na inibição da absorção intestinal de cerca de 30% da gordura ingerida. Isto pode representar uma ajuda significativa se a pessoa conseguir controlar sua alimentação. Se comer demais, entretanto, a tendência é que não perca peso, porque os 30% de gorduras que deixam de ser absorvidos podem não representar uma deficiência calórica suficiente para levar ao emagrecimento. Um quarto grupo seria o dos termogênicos, substâncias que agem principalmente aumentando o gasto calórico do organismo. Por razões de segurança, entretanto, têm sido pouco utilizados. Qualquer que seja o mecanismo de ação dos remédios para emagrecer, já está bem comprovado que os resultados do tratamento são muito melhores quando se dá a devida ênfase à prática de atividades físicas e à melhora do hábito alimentar. www.emagrecimento.com.br

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