Ejaculação precoce? o médico pode ajudar

Embora sejam mais comuns na juventude, distúrbios ejaculatórios podem

 

 

Embora sejam mais comuns na juventude, distúrbios ejaculatórios podem ocorrer em qualquer fase da vida A ejaculação precoce é um dos problemas sexuais mais freqüentes nos homens. De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, o descontrole na ejaculação afeta de 22% a 38% do universo masculino, em alguma fase da vida, sendo a maioria formada por homens casados ou com parceira fixa e que procuram o médico cerca de quatro anos após os primeiros sintomas. Para entender a ejaculação precoce é preciso saber o que compõe o clímax sexual masculino: emissão espermática – momento no qual o homem tem a sensação de ejaculação iminente; a ejaculação – expulsão do sêmen por meio de contrações fortes; e o orgasmo – sensação prazerosa, vinda de um evento psíquico influenciado por emoções. Segundo o urologista Sérgio Levy, esta disfunção sexual está relacionada a alterações psicológicas e, nesses casos, o problema deve ser solucionado preferencialmente pelo casal e com a ajuda de médicos e psicólogos. No tratamento médico, o urologista pode atuar coadjuvantemente prescrevendo medicamentos, especialmente, antidepressivos, que atuam inibindo e retardando a emissão espermática.

 

“Cerca de um terço dos indivíduos obtém expressiva melhora e manifesta o desejo de continuar o tratamento”, explica. Já a terapia visa identificar as causas. O objetivo específico é fazer com que o homem aprenda a reconhecer os sinais da emissão e se capacite ao autocontrole. Deve trabalhar ainda a ansiedade e a baixa auto-estima. O médico destaca ainda que é importante que todos saibam que os distúrbios ejaculatórios podem ocorrer em qualquer fase da vida do homem. Embora sejam mais comuns na juventude, homens maduros podem apresentar o quadro como reação a problemas comuns da vida moderna como estresse, problemas de relacionamento com a parceira e depressão. “Em todo caso, o primeiro passo é consultar um urologista para ser examinado e receber orientações adequadas”, conclui. Fonte: Dr. Sérgio Levy

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