Ginástica no trabalho

 

Esta é uma atividade física que pode e deve ser praticada durante o horário do expediente laboral, visando minimizar o desconforto no exercício do trabalho. Tem como objetivo minimizar os impactos negativos oriundos dos movimentos repetitivos e das posturas antiergonômicas

na vida e na saúde do trabalhador. Desenvolvimento: A ginástica, a atividade física praticada regularmente, ou seja, com continuidade traz grandes benefícios para a saúde do trabalhador, motivo pelo qual deve ser estimulada para que a pratiquem pelo menos três vezes por semana, por um período de tempo de uma hora, (em dias alternados), fora do horário de trabalho, de preferência em uma academia (com acompanhamento competente). Agora nas empresas durante as jornadas de trabalho, os trabalhadores devem se afastar de suas funções, pelo menos por cinco minutos, para cada hora trabalhada.

Mudando os movimentos ou as posições de suas atividades. Uma ginástica bem simples, composta de movimentos fáceis, pode minimizar o desconforto provocado pelas posições adotadas no exercício de suas profissões, posições antiergonômicas e também pode prevenir a fadiga dos movimentos repetitivos. Só assim, penso que estaremos contribuindo para reduzir as patologias da “LERDORT” nos ambientes de trabalho.. Ginástica fora do trabalho Acredito há mais ou menos meio século, que os principais órgãos do corpo humano são: o cérebro e os músculos. O cérebro comanda e os músculos executam as ordens. Um nada vale sem o outro, assim sendo, não poderia ser outra a minha orientação.

Ginástica só existe uma, musculação, as demais são apenas esportes, e todos eles se beneficiam com a prática da musculação. Lamentável é que hoje a musculação, esteja sofrendo de um câncer, que tem vitimado tantas pessoas inocentes, que influenciadas por aproveitadores (traficantes) ou por inocentes úteis (leigos), tentam progressos milagrosos que são prometidos com um mínimo de esforço e de tempo. Estou falando dos anabolizantes, e pasmem eles estão em todos os lugares. E vou repetir o que ouvi da boca do meu colega de profissão José Maria Santarém, ”só existe uma bomba(esteróide ou hormônio) que não possui efeito colateral, aquela que não se toma”.

Dr. Luiz Mezencio de Oliveira

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