O que favorece o desenvolvimento das micoses

A contaminação se dá através do contato direto

 

Micoses: quanto mais cedo se iniciar o tratamento, mais rápido o resultado aparecerá. Como acontece a contaminação A contaminação se dá através do contato direto com os fungos patogênicos. O foco infeccioso pode ser um animal, a poeira de casa, uma roupa, o solo sobre o qual se caminha descalço etc. Os esporos dos fungos estão em toda parte e permanecem “contagiosos” por longos períodos. Apesar disso não podem se multiplicar-se e causar infecções a menos que existam condições favoráveis – calor e umidade. Uma pele sadia é absolutamente capaz de resistir aos fungos patogênicos. A infecção não se estabelece a menos que as defesas naturais estejam enfraquecidas. As dermatomicoses (micoses da pele) e as onicomicoses (micoses das unhas) não são decorrentes apenas da falta de higiene, mas sim de vários outros fatores. O que favorece o desenvolvimento das micoses – Uso de sapatilhas ou meias sintéticas; – Uso de calçados muito apertados; – Enxugar mal a pele, sobretudo entre os dedos dos pés – Transpiração excessiva; – Uso frequente de sabonetes que destroem as defesas naturais da pele; – Contato com produtos químicos como detergentes; – Enfraquecimento das defesas imunológicas;

 

– Pela presença de diabetes; – Má circulação sanguínea. Com relação as onicomicoses (micose da unha), é comum o fato de que uma micose dos pés seja a origem da micose nas unhas dos pés. A unha afetada (geralmente a do “dedão” é a primeira a manifestar a doença) é reconhecida devido a sua coloração amarelada ou castanho escuro, se os fungos já atingiram camadas mais profundas. A unha se torna espessa, quebradiça e se destaca parcialmente. Se a unha não é tratada neste estágio, há risco de a micose se estender para outras partes do corpo. Entre as infecções das unhas que não são causadas por fungo, há um grande número que se parece com a onicomicose. Portanto, como os tratamentos não são sempre os mesmos, é importante saber se a infecção é causada por um fungo ou não. É por esse motivo que o médico deve retirar antecipadamente um pouco deste material e examiná-lo ao microscópio. O médico deverá utilizar as técnicas adequadas para ter certeza de que se trata de uma micose e, assim, estabelecer o tratamento apropriado. As micoses não se curam espontaneamente. Como vimos anteriormente, a infecção em si é um risco de propagação, por este motivo, toda a onicomicose deve ser tratada. Quanto mais cedo se iniciar o tratamento, mais rápido o resultado aparecerá. O tratamento que antigamente durava até um ano hoje pode durar apenas alguns meses ou algumas semanas, com boas chances de cura, efeitos indesejáveis mínimos e recidivas raras. Fonte: www.unimedpalmas.com.br

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